Com programas de capacitação, análise de dados e apoio operacional, o grupo atua no preparo das equipes e nas decisões que orientam o negócio das corretoras.

O GrupoGC iniciou uma nova fase de atuação, com o objetivo de integrar formação profissional, inteligência de mercado, tecnologia e serviços compartilhados para ampliar a capacidade de gestão e de atendimento das corretoras associadas. Com 150 corretoras na rede e R$ 2,6 bilhões em prêmios emitidos em 2025, o grupo busca dar suporte ao crescimento dessas empresas, preservando a autonomia de atuação e o relacionamento que cada uma construiu com seus clientes.

Esse movimento envolve preparar equipes e lideranças, utilizar dados para orientar decisões comerciais e organizar os processos que sustentam a operação. A proposta é aproximar essas atividades para que a corretora tenha condições de identificar mercados, desenvolver negócios e acompanhar as demandas geradas pelas vendas.

As frentes do GrupoGC atendem a diferentes etapas desse trabalho, com programas de formação, análise de mercado, apoio comercial e tecnologia própria. A seguir, conheça o papel de cada uma e como elas se complementam na rotina das corretoras.

Formação técnica e comercial para preparar a equipe

O GC Academy concentra a formação técnica e comercial da rede, considerando o conhecimento sobre seguros e o preparo dos profissionais para as atividades comerciais.

Essa combinação responde a situações comuns do atendimento. Explicar coberturas e condições de contratação exige domínio técnico; compreender a necessidade do cliente e conduzir uma negociação exige também capacidade de escuta e argumentação. São competências complementares, que precisam acompanhar o desenvolvimento da equipe.

Para a liderança da corretora, distinguir essas necessidades ajuda a direcionar a formação. Uma dificuldade de venda pode estar relacionada ao conhecimento sobre determinado ramo, à condução da conversa ou à forma como a proposta é apresentada. Identificar o que precisa ser trabalhado permite dar ao treinamento um objetivo definido.

Desenvolvimento de lideranças e entrada no setor

O GC Leadership se dedica ao desenvolvimento das lideranças das corretoras. A atenção está em quem assume a responsabilidade de orientar pessoas, acompanhar o trabalho e conduzir decisões de gestão.

O domínio técnico de um profissional não resolve, por si só, as exigências de liderar uma equipe. A formação de lideranças nas corretoras envolve responsabilidades graduais e acompanhamento, para que o preparo para conduzir pessoas avance junto com o conhecimento do negócio. Essa é a distinção entre o trabalho do GC Leadership e a formação técnica e comercial do GC Academy. Um atua sobre o exercício da liderança; o outro, sobre as competências necessárias às atividades técnicas e de vendas.

O GC Next, por sua vez, é voltado a quem está chegando ao setor, em qualquer momento da carreira, sem restrição etária. O programa abre espaço para aprendizado e troca de experiências sobre o mercado de seguros.

Inteligência de mercado para orientar decisões comerciais

A leitura da própria carteira mostra como a corretora está trabalhando. O acompanhamento do mercado ajuda a avaliar onde ela pode concentrar seus próximos esforços. O GrupoGC atua nessas duas dimensões.

O BI do GrupoGC reúne informações da operação para apoiar a análise da carteira, o acompanhamento comercial e a revisão de metas. O histórico oferece elementos para identificar sazonalidades e investigar mudanças de desempenho, dando ao gestor uma base para revisar suas decisões.

Já o Growth Compass trabalha dados de mercado com aplicação comercial. Em entrevista à revista JRS, o CEO do GrupoGC, Murilo Riedel, explica que a iniciativa está presente nas cinco regiões do país e utiliza dados públicos para orientar a atuação das corretoras. Sua arquitetura inclui edições regionais, um recorte dedicado ao agronegócio e o GC Index, voltado à comparação entre praças.

Essa leitura ganha continuidade no Growth Marketing, que leva as informações para campanhas de crescimento. A análise oferece critérios para escolher onde atuar, enquanto o trabalho de campanhas organiza a aplicação comercial dessa leitura. “Uma integração maior pode aproximar especialidades, eliminar redundâncias e viabilizar investimentos mais amplos”, afirma Riedel à publicação.

Para uma corretora que pretende ampliar sua presença em determinado segmento, por exemplo, o processo envolve avaliar a atividade econômica da região, observar a composição da carteira e definir quais clientes pretende atender. A campanha passa a responder a uma escolha sustentada por informação.

Produtividade depende de como o trabalho é executado

O GC Traction se dedica à aceleração comercial e à produtividade da rede. Essa frente trata da execução, que também depende de suporte técnico e de processos capazes de acompanhar o volume de negócios.

Os Hubs Comerciais oferecem apoio em quatro especialidades: Frotas, Transportes, Riscos Diversos, com foco em equipamentos, e Patrimoniais. A organização por ramos atende a negociações com exigências técnicas próprias.

Os Centros de Serviços Compartilhados, os CSCs, cumprem outra função. Na entrevista à JRS, Riedel explica que eles assumem atividades de apoio para que a corretora possa dedicar mais atenção ao cliente. Essa estrutura atua sobre tarefas que consomem capacidade operacional e precisam ser executadas ao longo do atendimento.

Para quem está na gestão, essa divisão ajuda a localizar necessidades que podem acabar reunidas sob uma cobrança por mais vendas. Preparar profissionais, apoiar uma negociação e executar processos são trabalhos complementares, mas exigem recursos e acompanhamento próprios.

OneGC: tecnologia construída a partir da operação

O OneGC, plataforma proprietária do GrupoGC, reúne operação e inteligência de mercado, conforme a descrição apresentada por Riedel à JRS. Seu desenvolvimento considera questões concretas das corretoras: o que muda no trabalho, quanto tempo a adoção exige e quais benefícios podem ser demonstrados.

A construção do OneGC com a participação das corretoras incorpora demandas da rotina, como retrabalho, excesso de etapas e dificuldades no uso de sistemas. O módulo de Novas Vendas foi o primeiro a passar pela prototipação, seguido pelo trabalho de desenho dos módulos de Renovação e Emissão.

“O OneGC, por exemplo, começou com um grupo de corretoras em teste, justamente para medirmos o resultado antes de levar a plataforma a toda a rede”, relata Riedel. Segundo o executivo, as medições são compartilhadas com as associadas.

Esse processo coloca a avaliação da tecnologia dentro da rotina de quem vai utilizá-la. Para a corretora, a adoção precisa considerar o funcionamento da ferramenta, o tempo exigido da equipe e sua contribuição para o atendimento.

Informação e troca de experiências acompanham a gestão

A circulação de conhecimento também faz parte dessa organização. O GC Insights oferece leitura de mercado para decisores, o GC Cast abre espaço para conversas em áudio com profissionais do setor e o GC News reúne a comunicação interna da rede. O GC Experience cuida dos ambientes físicos e da recepção de visitantes. Essas frentes acompanham o trabalho de formação, gestão e operação, mantendo espaços de informação e relacionamento entre os participantes da rede.

Na entrevista à JRS, Riedel associa a identidade de uma corretora à maneira como ela compreende as necessidades do cliente, orienta decisões e presta atendimento. A estrutura de apoio deve servir a esse trabalho, preservando as competências e os vínculos que sustentam a confiança.

Para o gestor, conhecer as frentes do GrupoGC permite identificar qual apoio faz sentido para cada necessidade do negócio, seja desenvolver a equipe, preparar lideranças, orientar a prospecção ou reorganizar tarefas da operação. A integração dessas atividades busca dar continuidade ao trabalho comercial, da preparação do profissional ao atendimento depois da contratação.

Converse com a equipe do GrupoGC sobre as necessidades da sua corretora!